Descrição
Trechos inspiradores deste livro:
Pregação
Amar pessoas significa usar lógica clara e convincente Pensamento correto, lógica clara, uso válido da razão e o manejo honesto e respeitoso das palavras são totalmente cruciais em amarmos pessoas.
A pregação que não realiza o esforço mental de sondar o pensamento dos autores bíblicos e, depois, transformar o significado deles numa mensagem clara, de lógica consistente e urgente à nossa existência, tal pregação desonra esses autores, deprecia a inspiração da Escritura e deixa de equipar os santos para discernirem os erros da doutrina falsa. Atrair pessoas a pensarem corretamente na pregação é realmente importante.
(…)
Pregar envolve necessariamente pensar. Ideias e observações estão sendo unidas numa mensagem. São coerentes ou incoerentes. Consistentes ou inconsistentes. Lógicas ou ilógicas. Pensar está acontecendo, ou bem, ou pobremente. Nenhum pregador pode afirmar isenção de pensar. E meu apelo é que preguemos com consistência nítida, convincente e lógica – que nenhuma de nossas premissas sejam falsas, e nenhuma de nossas inferências sejam inválidas.
Prospectividade Cruz
E o que temos visto é que toda coisa benéfica na Bíblia – toda bênção, todo dom, toda promessa, toda advertência graciosa, todo vislumbre da glória de Deus em cada sermão – é comprada por sangue. Deve-se à cruz – a Cristo crucificado. Todo benefício não merecido – toda graça – expresso em qualquer texto da Bíblia (seja uma beleza ou uma feiura revelada, uma advertência ou uma promessa) é uma graça comprada por sangue, incluindo todas as que estão no Antigo Testamento (Rm 3.25; 2 Co 1.20).
Linha reta a partir da cruz Na Bíblia, a linha reta é na direção contrária. Cristo morreu para que traçássemos uma linha reta a partir da cruz para a ressurreição, para o derramamento do Espírito Santo, para a concessão da Escritura, para o milagre do novo nascimento, comprado por sangue, para o mistério de Cristo em vós, a esperança da glória, para as belezas de autocontrole, sobriedade, amor e hospitalidade permeadas de Cristo e exaltadoras de Cristo.
Jesus não morreu para que a Bíblia fosse escrita com milhares de páginas descrevendo apenas o Calvário. Ele foi ao Calvário para que milhares de glórias sejam descritas na Bíblia para que as vejamos, desfrutemos e mostremos por meio de uma vida crucificada.
Portanto, pregar Cristo crucificado, como Paulo indicou em 1 Coríntios 2.2 e Gálatas 6.14, não é transformar cada sermão numa mensagem que culmina com uma narrativa da expiação. Em vez disso, é tratar com seriedade e cuidado cada palavra, cada cláusula e toda conexão lógica no texto, a fim de mostrar como Cristo – crucificado, ressuscitado e presente pelo Espírito – capacita e molda o novo caminho de vida descrito no texto





